Aqui moram as quatro ferramentas do Seminário de Pesquisa. Nenhuma delas
escreve por você, corrige o seu texto ou entrega resposta pronta: elas perguntam, apertam
e devolvem o problema para as suas mãos.
O melhor uso da inteligência artificial não é reduzir o esforço — é qualificar a pesquisa.
O percurso
As quatro podem ser usadas isoladamente, mas esta é a ordem natural do trabalho: primeiro
interrogar a pesquisa, depois alinhar a cadeia, depois desenhar o método, por fim escrever
e ser lido. O método obedece à pergunta — por isso o desenho metodológico não vem
antes dela.
Primeira porta
O Interrogador
Interroga a pesquisa: pergunta, hipótese, lacuna que se quer preencher e
referenciais teóricos. Insiste, volta ao ponto frágil e guarda o histórico do diálogo.
Quando entrar: há uma pesquisa em formação e ela ainda não foi
submetida a pergunta nenhuma.
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Segunda porta
O Alinhador
Audita a coerência interna da cadeia tema → pergunta → hipótese → objetivos e
devolve até cinco perguntas sobre os desalinhamentos que encontrar.
Quando entrar: as peças existem e agora precisam encaixar umas nas
outras.
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Terceira porta
O Arquiteto
Ajuda a desenhar o percurso metodológico da pesquisa e a enxergar mais de um
caminho possível para o mesmo problema.
Quando entrar: a pergunta e a hipótese já se sustentam; falta decidir
como investigá-las.
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Quarta porta
O Parecerista
Lê o que você já escreveu com o rigor de um revisor de periódico — ou de um
membro de banca — e devolve parecer ou arguição sobre o texto.
Quando entrar: há texto escrito e ele precisa ser lido sem complacência.
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Procurando banca, créditos ou secretaria? Isso fica no
Portal Élis.
Ferramentas concebidas pela Profª Cíntia Brunetta para o Seminário de Pesquisa
do PPGD/FADISP.